Futuros Imaginários: Da Máquina Pensante à Aldeia Global

A Editora Peirópolis e descentro ).( convidam você para a leitura e o tour de lançamento do livro Futuros imaginários – Das máquinas pensantes à aldeia global, a primeira obra de Richard Barbrook em língua portuguesa no Brasil, nos meses de abril e maio de 2009. Confira o cronograma em http://cibersalao.midiatatica.info

Livro Futuros Imaginários disponível para download

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sob a seguinte licença: todos os direitos reservados são exceções ao domínio comum. Qualquer parte deste livro pode e deve ser reproduzida ou transmitida de toda forma ou por quaisquer meios, eletrônicos ou mecânicos, incluindo fotocópia especialmente nas universidades, sendo permitida também a gravação por qualquer sistema de recuperação de informações, sem a permissão expressa dos autores, contanto que estes sejam referidos como autores da mesma e que qualquer obra derivada seja disponibilizada sob as mesmas condições desta licença.

Copyright © 2009 des).(centro

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Dr. Richard Barbrook

O autor e conferencista da Universidade de Westminister Dr. Richard Barbrook, lança seu último trabalho literário no Brasil. Futuros Imaginários demonstra como a política influenciou a forma pela qual a internet é controlada atualmente e faz um chamado a todos que estão ciber-conectados a usar a rede para apropriarem-se de políticas revolucionárias, e criar um futuro mais positivo. Qualquer pessoa que usa a Internet deveria ler este livro porque ele é:

• Brilhantemente pesquisado;
• Politicamente radical;
• Engraçado.

Barbrook desafia as novas gerações a tomarem em mãos o poder da Internet, resistirem à política do status quo e a utilizarem a ferramenta política mais poderosa do mundo para dar uma melhor forma ao seu próprio destino. Sua mensagem: se nós não quisermos que o futuro seja o que ele costumava ser, precisamos inventar o nosso próprio, melhorado e verdadeiramente revolucionário.

“Há um tom e um sentimento de guerrilha urbana neste livro, com uma mensagem ambiciosa a ser destacada. Ele é fantasticamente radical, porque nos lembra do que poderia ter sido e do que ainda pode acontecer... Muitos escritores da Internet adotam uma posição apolítica, mas Richard nos mostra o oposto – que as questões mais importantes da esfera política em nosso tempo estão relacionadas à ela.”

- Simon Schaffer, Professor da Universidade de Cambridge e apresentador da BBC.

“ O futuro está sendo construído no contraponto de tendências da sociedade de controle e das forças de impulso nômades que povoam a rede e oferecem múltiplas resistências, do movimento do software livre às redes P2P. De certo modo, Barbrook lança-nos com sua navegação perspicaz neste oceano profundo e revolto."

- Sérgio Amadeu da Silveira, Professor da Universidade Cásper Líberi, SP e defensor do software livre.

A criatividade cooperativa e a democracia participativa deveriam ser estendidas do mundo virtual para todas as áreas da vida. Agora, o novo estágio de crescimento deve ser uma nova civilização.

Este novo trabalho literário irá forçar tanto intelectuais quanto todos os ciber-conectados a reavaliar a história política da Internet.

Dr. Richard Barbrook investiga os primórdios da Internet, e começa por um ponto central que foi a Feira Mundial de Nova Iorque de 1964, no que, de acordo com os críticos, é a melhor pesquisa e mais original avaliação da cibertecnologia entre todos os trabalhos contemporâneos. Ele demonstra como os líderes dos negócios e das ideologias aplicaram uma visão cuidadosamente orquestrada de um futuro imaginário no qual os robôs lavariam louças, trabalhariam e pensariam por nós. Com os Estados Unidos na vanguarda destas promessas, Barbrook mostra como forças ideológicas juntaram-se para desenvolver novas tecnologias da informação durante a era da Guerra Fria e como o que foi criado moldou historicamente a Internet moderna, com consequências políticas intencionais.

Crucialmente, ele argumenta que se o passado fosse diferente, nosso presente tecno-político não seria o que é hoje. As conclusões de Barbrook sobre o estado moderno da Internet coloca em evidência um chamado para ações relativas à como a ferramenta política mais importante do muito deveria ser encarada. 

ATENÇÃO: Este é um livro que muitos daqueles que controlam a Internet não querem que você leia.

Resumos de Futuros Imaginários

O PASSADO

O modelo do futuro oferecido a mim como adulto no final dos anos 2000 em Londres é o mesmo futuro que me foi prometido quando criança na Feira Mundial de Nova Iorque em 1964. O que é mais estranho é que - de acordo com as profecias feitas há mais de quatro décadas – eu já deveria estar vivendo neste maravilhoso futuro. Os computadores foram descritos como 'pensantes' para que o trabalho árduo envolvido no planejamento, na construção, na programação e em operações adjacentes diminuísse. Enquanto algumas pessoas davam prioridade à defesa das liberdades civis em casa, a maioria delas estava convencida de que a prioridade da Esquerda Estadunidense era provar suas credenciais anti-Stalinistas no confronto da Guerra Fria. Já que o socialismo – em todas suas interpretações – era um perigoso conceito estrangeiro, uma forma mais patriótica de política radical teve que ser desenvolvida. Durante o longo período do regime conservador dos anos 50, esta aspiração tornou-se como um chamado para o agrupamento de um novo movimento de intelectuais progressistas: A Esquerda da Guerra Fria.

O PRESENTE

Como a nação mais liberal do planeta, os Estados Unidos deveriam também estar mais avançados no caminho que leva ao socialismo. A Guerra do Iraque não foi somente uma guerra pelo petróleo, mas também, e mais importante, uma guerra pela mídia. Quando as vitórias da alta tecnologia dos militares estadunidenses eram cobertas ao vivo em todas as cores nos meios de comunicação globais, todo o mundo entenderia que os Estados Unidos era a nação mais avançada do planeta. Para políticos pró Estados Unidos, como Tony Blair, adotar uma política externa independente implicaria muito mais do que a perigosa reorganização do espaço geopolítico. Acima de tudo, esta mudança ameaçava suas certezas sobre o tempo. Era quase impensável que o futuro não fosse estadunidense.

O FUTURO

Enquanto o dono do futuro controlava o presente, rivalidades geopolíticas e conflitos de classe focavam-se na batalha entre definições opostas do que seria a aldeia global. Em vários momentos entre 1950 e 2000, a sociedade da informação foi identificada como um plano de Estado, uma máquina de guerra, uma economia mesclada, um campus universitário, uma comuna hippie, um livre mercado, uma comunidade medieval e uma empresa ponto com. Contrária à doutrina McLuhanista, a convergência da mídia, as telecomunicações e os computadores não libertam - nem nunca irão libertar - a humanidade. A Internet é uma ferramenta útil, não uma tecnologia redentora. A criatividade cooperativa e a democracia participativa deveriam estender-se do mundo virtual para todas as áreas da vida. Agora, o novo estágio de crescimento deve ser uma nova civilização.


Acompanhe o cronograma de lançamento do livro no Brasil

Confira no site da Editora Peirópolis no Brasil

Descubra mais sobre Futuros Imaginários no site da edição inglesa

Veja fotos do lançamento do livro na Inglaterra




Apresentações do livro (em inglês)

Apresentação de Futuros Imaginários:
Download (ZIP 15MB)
Criado em Flash 8. Design de Matt Miller.

Apresentação sobre o Imperialismo Pós-Industrial:
Download (ZIP 8.9MB)
Criado em Flash MX 2004. Design de Matt Miller.

Apresentação das Profecias de Nova Iorque:
Download for Mac (ZIP 24MB)
Download for PC (ZIP 22MB)
Criado em Flash MX 2004. Design de Kosta Papagiannopoulos.

Da apresentação "From the 100 Club to the Creative Cluster":
Download (PDF 5MB)
Design de Matt Miller.

Apresentação da Cidade Criativa:
Download (ZIP 6.2MB)
Criado em Flash CS3. Design de Matt Miller.

Apresentação A Classe do Novo:
Download (ZIP 6.4MB)
Criado em Flash CS4. Design de Elon Julien.


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Dr. Richard Barbrook

Dr. Richard Barbrook é o autor de Futuros Imaginários,  publicado no Brasil pela Editora Peirópolis (abril de 2009). Ele também já escreveu alguns influentes ensaios sobre o confronto entre comércio e cooperação na Internet, incluindo 'A Economia da Dádiva da Alta Tecnologia', 'Ciber-comunismo' ,'A Regulação da Liberdade' e, com Andy Cameron, 'A Ideologia Californiana'.



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